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Para não ter dúvidas em como investir no tesouro direto, é bom entender o princípio básico por trás do termo propriamente dito.

 

Muitas pessoas não fazem aplicações, pois têm receio dos jargões e termos técnicos que envolvem as aplicações financeiras. Na verdade, o mercado financeiro é muito dinâmico, pois mexe com o dinheiro dos investidores, uma responsabilidade enorme, considerando o momento econômico do país.

 

Até 2002 os termos sobre investimentos, letras, câmbios, ganhos, perdas, custódias, eram um privilégio dos banqueiros e das agências corretoras de investimentos.

 

Porém, em 7 de janeiro de 2002, o Tesouro Nacional criou o Tesouro Direto em parceria com a BM&FBOVESPA e deu oportunidade às pessoas físicas, de investirem em títulos públicos, sem precisarem da intermediação de um corretor de investimentos.

 

Esses títulos são emitidos pelo Governo, e representam um compromisso de que na data de liquidação do empréstimo (que cada investidor faz no Governo), aquele título será pago seu valor nominal mais os juros que forem acordados anteriormente.

 

Essa é uma explicação bem básica para que qualquer pessoa leiga possa entender como a coisa funciona, e porque é muito seguro investir em Tesouro Direto.

 

É como se você emprestasse uma quantia de dinheiro ao Governo, e ele se comprometesse através da emissão do título, a lhe devolver esse empréstimo acrescido dos juros que foram negociados.

 

O que é a Dívida Pública

 

É a maneira com que o Governo consegue arcar com os custos que tem com a administração de bens e patrimônios como escolas, saúde, trânsito, etc. Trocando em termos leigos, podemos dizer que cada investidor é um credor do Estado.

 

Assim, como em qualquer tipo de investimento, quem investe em Tesouro Direto, começa a trabalhar com títulos que poderão ser saldados de uma vez ao final de um período pré-determinado, ou então fazer recebimentos periódicos com a renovação do título.

 

Como investir no Tesouro Direto

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Para tornar-se um investidor no Tesouro Direto é preciso ter um CPF – Cadastro de Pessoa Física regular e possuir conta corrente em qualquer instituição que esteja habilitada pelo Programa.

 

De posse dessa documentação básica, basta fazer seu cadastro em um dos agentes de custódia que esteja habilitado. Dentro do site do Tesouro Direto é possível ver uma lista desses agentes.

Após a realização do cadastro, o investidor receberá uma senha provisória, através de e-mail. O login é o número do CPF, e assim que fizer o primeiro acesso é possível trocar a senha que ficará definitiva para as transações.

 

Cada investidor poderá fazer a compra direta no site do Tesouro Direto, ou designar um agente de custódia para fazer as transações em seu nome (corretor de investimento).

 

Outra maneira de comprar títulos no Tesouro Direto é utilizando os sites dos agentes de custódia habilitados, que possuem uma interface em tempo real com o Tesouro Direto, contendo os preços e prazos disponíveis atualizados.

 

Se você deseja investir no Tesouro Direto mas não tem ideia de como isso funciona, pode ser bem interessante contratar um agente de custódia que fará as movimentações mediante a cobrança de uma taxa pré-acordada com o investidor.

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